12. julho 2020

Arquivos Diversos - Página 2 de 8 - Bessa News

22 de junho de 2020
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Agricultores do Estado irão vender milho nesta terça-feira, 23, no Incra, que fica no Bairro dos Estados. A feira será realizada no estacionamento do órgao, que fica no Bairro dos Estados, ao lado da Vila Olímpica Parahyba, das 6h às 18h.

 

Para quem for ao local, vale a pena conferir a pesquisa do Procon de João Pessoa, que fez um levantamento dos preços do milho aplicados na Capital. O produto varia entre R$ 25,00 e R$ 40,00 e foi observado em quatro mercados públicos de João Pessoa: Central, Oitizeiro, Mangabeira e Torre.

 

Para o milho com palha, o levantamento do Procon-JP encontrou o menor preço, R$ 25,00, nos mercados Central e de Oitizeiro e, o maior, R$ 40,00, nas feiras do Centro e de Mangabeira. Já o menor valor do produto sem palha pode ser adquirido em Oitizeiro e, o maior, R$ 40,00, nos mercados Central e de Mangabeira. A pesquisa foi realizada na quinta-feira (18) em 13 boxes de quatro mercados públicos da Capital Central; Oitizeiro; Mangabeira e Torre.

 

A secretária Maristela Viana acredita que esses preços devem sofrer pouca alteração até a véspera do São João. “Geralmente os preços desse produto caem um pouco no dia que antecede o São João, mas, quem pretende fazer sua própria comida à base de milho e quer antecipar essa compra, deve procurar os locais baratos consultando a pesquisa do Procon-JP”.

 

Coco seco – O Procon-JP também levantou preços para o coco seco, que assim como o milho, é um dos principais ingredientes para a comida típica dessa época. O produto está registrando uma diferença de R$ 1,00, com os preços oscilando entre R$ 2,00 (mercados Central e Mangabeira) e R$ 3,00 (Central, Mangabeira e Torre).

 

BessaNews com Procon-JP


22 de junho de 2020
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A partir desta segunda-feira (22), o botijão de gás de cozinha vai sofrer um aumento de 5%. O Sindicato dos Revendedores de Gás da Paraíba (Sinregás) informou que, em dinheiro, o reajuste significa um aumento entre R$ 2 e R$ 3. O último aumento aconteceu no dia 22 de maio e ainda há a previsão de um novo aumento para o dia 1º de julho, conforme o presidente da Sinregás, Marcos Antõnio.

O Procon-JP divulgou no início do mês, uma pesquisa sobre o preço do botijão de 13 kg variando entre R$ 65 (à vista) e R$ 75 (à vista ou no cartão), a mesma encontrada no último dia 21 de maio.

O presidente do Sinregás-PB, Marcos Antônio Bezerra, disse que somente na Grande João Pessoa existem 500 estabelecimentos revendedores de gás, com 300 instalados somente em João Pessoa. Ele alertou que os consumidores precisam prestar atenção no momento da compra do botijão, para que isso seja feito apenas em locais regulamentados e exigindo sempre o cupom fiscal na hora em que estiver adquirindo o produto.

Fonte: G1 PB

20 de junho de 2020
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O Diário Oficial deste sábado, 20, publicou a lei sancionada pelo Governador do Estado que proíbe o acendimento de fogueiras nas áreas urbanas nesta época de pandemia. A multa para quem descumprir, pode passar dos R$ 500,00.

 

A lei é de autoria do deputado Adriano Galdino (PSB) e já está em vigor a partir deste sábado, 20. O valor da multa pode dobrar em caso de reincidência.

 

A medida é baseada em relatórios médicos que apontam que a fumaça gerada pelas fogueiras pode agravar o sistema respiratório de pessoas contaminadas com a Covid-19, já que é uma doença que atinge justamente esta área.


19 de junho de 2020
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Com a autorização de retomar as celebrações religiosas presenciais em João Pessoa, as igrejas começaram a se organizar para receber os fiéis a partir deste fim de semana. Um exemplo é a Cidade Viva, localizada no Aeroclube. Esta semana, foram divulgadas algumas regras e orientações para quem quiser participar das celebrações:

  • Para ter acesso aos cultos presenciais, é necessário fazer inscrição no Sympla da respectiva igreja;
  • Haverá checagem de temperatura de todos na recepção. Pessoas com temperatura acima de 37,5 não poderão participar das celebrações;
  • Não será permitida a entrada de crianças. A Rede Kids (crianças), Rede Jump (pré-adolescentes) e Rede Livre (adolescentes), permanecem com as atividades suspensas;
  • É obrigatório o uso de máscaras faciais e a higienização das mãos. Teremos dispensadores de álcool em gel nas entradas das igrejas;
  • A posição das cadeiras nos salões/auditórios já estão previamente demarcadas cumprindo o distanciamento de 1,5 m por pessoa;
  • Pessoas pertencentes a grupos de risco e/ou com sintomas gripais deverão permanecer em casa.

 

A Cidade Viva comunicou ainda que as celebrações continuarão sendo transmitidas pela Internet nos canais oficiais.


25 de maio de 2020
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Há alguns dias o ‘Jornal Nacional’ estreou uma série que traz depoimentos de médicos e profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate ao coronavírus no país.

Eis que o depoimento de uma médica, exibido nesta sexta-feira (22) no noticiário da Globo, vem sendo apontado por internautas e autoridades como ‘fraude’ e ‘mentiroso’.

Nele, a médica Laíze, de Paraíba do Sul, relata ao ‘JN’ a situação de colapso do sistema de saúde em que trabalha. Ela fala da perda de pacientes, falta de material de proteção e o sofrimento dos profissionais de saúde da região.

No entanto, logo após a exibição da matéria, a Prefeitura de Paraíba do Sul tratou de desmentir publicamente a médica.

Em nota, oficial, o Hospital identificado na série como onde a médica atua e a prefeitura local dizem que o relato da profissional não corresponde a verdade . O comunicado também diz que esse tipo de depoimento só produz transtornos.

“O HOSPITAL NOSSA SENHORA DA PIEDADE esclarece à população Sul Paraibana que a médica Laize não pertence ao quadro médico do HNSP, assim como seu depoimento veiculado no Jornal Nacional não corresponde à verdade. ⁣


“O HNSP com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde, na pessoa de médico infectologista contratado pela Prefeitura, implantou Protocolos de última geração, que tem apresentado sucesso absoluto, não tendo sido identificada qualquer contaminação de profissionais de Saúde, apesar de vários atendimentos a pacientes contaminados. Da mesma forma, o fornecimento de EPI a todos os profissionais da saúde é normal, desde as primeiras notícias de disseminação do vírus, antes mesmo da confirmação dos casos. O fornecimento de EPI é a partir de apoio do governo municipal, que NUNCA faltou. ⁣
⁣Depoimentos deste tipo só resultam em transtornos às pessoas envolvidas no combate à epidemia na cidade. Uma lástima, uma inverdade que condenamos. ⁣”, diz o comunicado oficial assinado por Cristóvão Rocha.

Logo após o comunicado, a médica e o ‘Jornal Nacional’ passaram a ser alvo de uma chuva de ataques e críticas nas redes sociais.

“Fraude. Isso é fraude. Como o ‘JN’ pode exibir um depoimento mentiroso desses?”, postou um internauta.

“Querem deixar as pessoas mais em pânico do que estão? Para que servem essas mentiras?”, comentou outro.

“A própria médica desmentiu a falta de equipamentos. O que a Globo quer como isso? Como vou acreditar nos outros depoimentos?”, questionou uma internauta.

O fato é que a Laíze tratou de gravar um novo depoimento, nas redes sociais, dizendo que realmente não fazia parte do corpo de médicos do hospital de Paraíba do Sul, e que ao dar a entrevista tinham pedido apenas para falar de uma forma mais generalizada . Ela ainda negou que sofresse de falta de equipamentos de proteção.

Procurada, a Globo ainda não se manifestou sobre assunto até então.

 

R7


22 de maio de 2020
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A primeira posição alcançada pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) no ranking inédito realizado pela ONG Transparência Internacional sobre a transparência de todos os governos estaduais, Distrito e das 27 capitais, na divulgação dos contratos emergenciais feitos durante a pandemia do novo coronavírus, repercutiu na mídia nacional. Os programas EstudioI da GloboNews e SBT Brasil, além da Band News, divulgaram o resultado do levantamento que reconhece as boas práticas da gestão municipal da Capital na divulgação das informações de gastos de recursos públicos neste momento de pandemia do novo coronavírus.

 

Foto: divulgação

 

“Ficamos muito felizes com este reconhecimento ao trabalho de toda a nossa equipe que está não só na linha de frente com toda a dedicação cuidando das pessoas com Covid-19, mas também quem está por trás, realizando um trabalho com o máximo de transparência, pautados pela necessidade da boa aplicação dos recursos públicos nas contratações necessárias ao enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Isso demonstra o compromisso e a seriedade com que estamos tratando há mais de dois meses esta luta diária para salvar vidas”, afirmou o prefeito Luciano Cartaxo.

Com nota de 88,61, João Pessoa foi considerada como ótima, classificação só obtida também por Goiânia, Capital de Goiás, com nota 83,54, no ranking que divide a classificação entre capitais e estados. No geral dos municípios, a média geral da pontuação foi de 45 pontos, muito abaixo da nota recebida por João Pessoa. Com isso, a manchete no programa da GloboNews foi “Apenas João Pessoa e Goiânia são consideradas ótimas”. O SBT Brasil, por sua vez, apontou a má gestão dos dados de transparência pública em algumas capitais em “Transparência em contratos emergenciais: Estudo aponta que maioria não disponibiliza informações”.

O resultado revela que João Pessoa é a capital que melhor está cumprindo as exigências da Lei Federal nº 13.979/2020, que regulamentou as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia do coronavírus. Essa legislação exige transparência nas contratações emergenciais. Enquanto o desempenho de João Pessoa a coloca na primeira posição, com a nota 88,61, a cidade de Belém, capital do Pará, ficou na última posição, com nota 18,99, a única avaliada como péssima.  No ranking, 14 capitais tiveram desempenho considerado bom ou regular, com notas variando entre 65,82 e 40,51 e outras 9 foram classificadas como ruim, com notas entre 39,24 e 21,52.

 

Prefeitura Municipal