30. setembro 2020

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15 de julho de 2020
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A placa indica o custo e o prazo para conclusão da reforma da Praça do Carro Antigo, em Manaíra: deveria ter sido entregue em março deste ano, mas por conta da pandemia, a obra foi paralisada. Pelo que pudemos ver do local, mesmo que não houvesse a paralisação por causa do novo Coronavírus, não seria entregue no tempo prometido.

 

A reforma teve início em 06 de setembro do ano passado e tem um custo previsto de pouco mais de R$ 1,2 milhão.

 

Um leitor enviou um vídeo para gente para mostrar como está a situação do local e cobrar as autoridades. É possível observar muito mato e uma imagem de abandono.

 

Nós entramos em contato com a Prefeitura de João Pessoa para saber quando a reforma será retomada. Após o período de suspensão, várias obras foram suspensas e estão sendo retomadas. Em relação à Praça do Carro Antigo, ainda não há uma previsão para o reinício, e uma data deve ser anunciada nos próximos dias.

 

 


24 de junho de 2020
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Cientistas desenvolveram uma tecnologia que promete reduzir em até 80% o gasto da bateria de celulares. Os pesquisadores da Universidade Nacional de Singapura (NUS) conseguiram programar um chip para gerenciar a energia consumida nos processos do smartphone junto com a qualidade dos recursos, função que pode economizar cinco vezes mais bateria que os componentes atuais. A ideia é gastar menos energia quando o alto desempenho não for necessário.

Por enquanto, a novidade é experimental e não há previsão de chegada às baterias convencionais.

Os pesquisadores descobriram que os dispositivos consomem mais energia na transferência de dados do que no processamento de informações ou na tela, tanto entre os componentes internos quanto nas ondas eletromagnéticas. Esta troca de informações é o que mantém ativo o alto desempenho de um recurso, como a execução de um vídeo, por exemplo.

Porém, os cientistas observaram que o alto desempenho é desnecessário em muitos casos, como quando o usuário não está concentrado na tela do smartphone ou quando a bateria está perto de acabar. Aparelhos atuais continuam suprindo os recursos de alta demanda, o que resulta num gasto desnecessário de bateria.

Para resolver este problema, os pesquisadores programaram uma rede dentro do chip que administra quando os recursos não precisam de alto desempenho. Desse modo, a energia cai significativamente, o que também acaba reduzindo em paralelo a qualidade daquela função. O processo poupa até 80% da bateria para que ela seja usada quando for realmente necessária.

Este gerenciamento inteligente no consumo de energia representa um gasto cinco vezes menor, permitindo que a autonomia do celular seja estendida.

A tecnologia também pode ser usada em computadores, notebooks e servidores. Os cientistas estudam a criação de um amplo sistema de bateria inteligente baseado na percepção humana de quando é necessário gastar mais energia para aumentar o desempenho de um recurso ou economizar bateria em tarefas que não demandam alta transferência de dados.

Os pesquisadores também pretendem criar um novo sistema de câmeras inteligentes que consomem pouca energia. A ideia é que elas operem com eficiência mesmo com o baixo consumo por meio de energia solar. A bateria viria com uma célula de um centímetro para coletar energia do ambiente.

Apesar de ser um projeto experimental, a expectativa é de que a tecnologia não demore para ser lançada, já que a fabricante TSMC está apoiando a iniciativa.


22 de junho de 2020
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Agricultores do Estado irão vender milho nesta terça-feira, 23, no Incra, que fica no Bairro dos Estados. A feira será realizada no estacionamento do órgao, que fica no Bairro dos Estados, ao lado da Vila Olímpica Parahyba, das 6h às 18h.

 

Para quem for ao local, vale a pena conferir a pesquisa do Procon de João Pessoa, que fez um levantamento dos preços do milho aplicados na Capital. O produto varia entre R$ 25,00 e R$ 40,00 e foi observado em quatro mercados públicos de João Pessoa: Central, Oitizeiro, Mangabeira e Torre.

 

Para o milho com palha, o levantamento do Procon-JP encontrou o menor preço, R$ 25,00, nos mercados Central e de Oitizeiro e, o maior, R$ 40,00, nas feiras do Centro e de Mangabeira. Já o menor valor do produto sem palha pode ser adquirido em Oitizeiro e, o maior, R$ 40,00, nos mercados Central e de Mangabeira. A pesquisa foi realizada na quinta-feira (18) em 13 boxes de quatro mercados públicos da Capital Central; Oitizeiro; Mangabeira e Torre.

 

A secretária Maristela Viana acredita que esses preços devem sofrer pouca alteração até a véspera do São João. “Geralmente os preços desse produto caem um pouco no dia que antecede o São João, mas, quem pretende fazer sua própria comida à base de milho e quer antecipar essa compra, deve procurar os locais baratos consultando a pesquisa do Procon-JP”.

 

Coco seco – O Procon-JP também levantou preços para o coco seco, que assim como o milho, é um dos principais ingredientes para a comida típica dessa época. O produto está registrando uma diferença de R$ 1,00, com os preços oscilando entre R$ 2,00 (mercados Central e Mangabeira) e R$ 3,00 (Central, Mangabeira e Torre).

 

BessaNews com Procon-JP


9 de junho de 2020
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Em nova denúncia apresentada nesta segunda-feira (8), o deputado federal Ruy Carneiro cobrou a liberação imediata de mais de R$ 8,3 milhões que chegaram aos cofres da Prefeitura de João Pessoa nos últimos dias e que deveriam ser destinados exclusivamente ao atendimento de pacientes da covid-19 nos hospitais Napoleão Laureano, São Vicente de Paulo e Padre Zé. “Os recursos são federais, já chegaram, deveriam legalmente ser transferidos em até cinco dias, mas continuam parados nos cofres do município ou sendo utilizados com outra finalidade”, cobra Ruy.

Os R$ 8,3 milhões chegaram em duas parcelas, em 25 de maio e 5 de junho, conforme definido na Lei 13.995/2020, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República, com o objetivo de integrar as santas casas e os hospitais filantrópicos sem fins lucrativos no reforço ao Sistema Único de Saúde durante a pandemia. Esse dinheiro se destina à compra de medicamentos, insumos e produtos hospitalares, equipamentos e até à abertura de leitos e contratação de profissionais de saúde.

“São as famílias mais vulneráveis que sofrem com esses bloqueios da prefeitura e a incapacidade dos gestores municipais de administrar com rapidez e eficiência os recursos que chegam”, lamenta Ruy. Na semana passada, o parlamentar já havia denunciado o bloqueio de outros R$ 6 milhões que a bancada federal da Paraíba conseguiu liberar no final do ano passado, mas que a prefeitura continua segurando. Os bloqueios da gestão municipal, portanto, já somam mais e R$ 14 milhões.

“Com todo o dinheiro que chegou já era por exemplo para ter reaberto a enfermaria do Padre Zé, mas as dificuldades enfrentadas por esses hospitais são enormes, inclusive porque todos os insumos e produtos hospitalares utilizados aumentaram de preço e há hoje mais demanda por atendimento por causa do coronavírus”, acrescenta.

“A prefeitura precisa se explicar e liberar imediatamente os recursos, já são R$ 14 milhões que deveriam chegar em forma de atendimento melhor às pessoas”, acrescenta.

Veja abaixo a tabela de recursos liberados desde o mês passado:

Parcela 01
Pagamento dia 25 de maio de 2020 através da ordem bancaria 810455, com um total repassado de R$ 635.647,70

Napoleão Laureano – R$ 189.381,76

São Vicente de Paulo – R$ 240.008,57

Hospital Padre Zé – R$ 206.257,37

Parcela 02
Pagamento dia 05 de junho de 2020 através da ordem bancaria 811882, com um total repassado de R$ 7.697.471,57

Napoleão Laureano – R$ 2.591.254,04

São Vicente de Paulo – R$ 3.128.849,54

Hospital Padre Zé – R$ 1.977.367,99

TOTAL DE NOVOS REPASSES – R$ 8.333.119,27‬

Napoleão Laureano – R$ 2.780.635,80

São Vicente de Paulo – R$ 3.368.858,11‬

Hospital Padre Zé – R$ 2.183.625,36‬

 

WSCOM


25 de maio de 2020
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Há alguns dias o ‘Jornal Nacional’ estreou uma série que traz depoimentos de médicos e profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate ao coronavírus no país.

Eis que o depoimento de uma médica, exibido nesta sexta-feira (22) no noticiário da Globo, vem sendo apontado por internautas e autoridades como ‘fraude’ e ‘mentiroso’.

Nele, a médica Laíze, de Paraíba do Sul, relata ao ‘JN’ a situação de colapso do sistema de saúde em que trabalha. Ela fala da perda de pacientes, falta de material de proteção e o sofrimento dos profissionais de saúde da região.

No entanto, logo após a exibição da matéria, a Prefeitura de Paraíba do Sul tratou de desmentir publicamente a médica.

Em nota, oficial, o Hospital identificado na série como onde a médica atua e a prefeitura local dizem que o relato da profissional não corresponde a verdade . O comunicado também diz que esse tipo de depoimento só produz transtornos.

“O HOSPITAL NOSSA SENHORA DA PIEDADE esclarece à população Sul Paraibana que a médica Laize não pertence ao quadro médico do HNSP, assim como seu depoimento veiculado no Jornal Nacional não corresponde à verdade. ⁣


“O HNSP com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde, na pessoa de médico infectologista contratado pela Prefeitura, implantou Protocolos de última geração, que tem apresentado sucesso absoluto, não tendo sido identificada qualquer contaminação de profissionais de Saúde, apesar de vários atendimentos a pacientes contaminados. Da mesma forma, o fornecimento de EPI a todos os profissionais da saúde é normal, desde as primeiras notícias de disseminação do vírus, antes mesmo da confirmação dos casos. O fornecimento de EPI é a partir de apoio do governo municipal, que NUNCA faltou. ⁣
⁣Depoimentos deste tipo só resultam em transtornos às pessoas envolvidas no combate à epidemia na cidade. Uma lástima, uma inverdade que condenamos. ⁣”, diz o comunicado oficial assinado por Cristóvão Rocha.

Logo após o comunicado, a médica e o ‘Jornal Nacional’ passaram a ser alvo de uma chuva de ataques e críticas nas redes sociais.

“Fraude. Isso é fraude. Como o ‘JN’ pode exibir um depoimento mentiroso desses?”, postou um internauta.

“Querem deixar as pessoas mais em pânico do que estão? Para que servem essas mentiras?”, comentou outro.

“A própria médica desmentiu a falta de equipamentos. O que a Globo quer como isso? Como vou acreditar nos outros depoimentos?”, questionou uma internauta.

O fato é que a Laíze tratou de gravar um novo depoimento, nas redes sociais, dizendo que realmente não fazia parte do corpo de médicos do hospital de Paraíba do Sul, e que ao dar a entrevista tinham pedido apenas para falar de uma forma mais generalizada . Ela ainda negou que sofresse de falta de equipamentos de proteção.

Procurada, a Globo ainda não se manifestou sobre assunto até então.

 

R7


22 de maio de 2020
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A primeira posição alcançada pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) no ranking inédito realizado pela ONG Transparência Internacional sobre a transparência de todos os governos estaduais, Distrito e das 27 capitais, na divulgação dos contratos emergenciais feitos durante a pandemia do novo coronavírus, repercutiu na mídia nacional. Os programas EstudioI da GloboNews e SBT Brasil, além da Band News, divulgaram o resultado do levantamento que reconhece as boas práticas da gestão municipal da Capital na divulgação das informações de gastos de recursos públicos neste momento de pandemia do novo coronavírus.

 

Foto: divulgação

 

“Ficamos muito felizes com este reconhecimento ao trabalho de toda a nossa equipe que está não só na linha de frente com toda a dedicação cuidando das pessoas com Covid-19, mas também quem está por trás, realizando um trabalho com o máximo de transparência, pautados pela necessidade da boa aplicação dos recursos públicos nas contratações necessárias ao enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Isso demonstra o compromisso e a seriedade com que estamos tratando há mais de dois meses esta luta diária para salvar vidas”, afirmou o prefeito Luciano Cartaxo.

Com nota de 88,61, João Pessoa foi considerada como ótima, classificação só obtida também por Goiânia, Capital de Goiás, com nota 83,54, no ranking que divide a classificação entre capitais e estados. No geral dos municípios, a média geral da pontuação foi de 45 pontos, muito abaixo da nota recebida por João Pessoa. Com isso, a manchete no programa da GloboNews foi “Apenas João Pessoa e Goiânia são consideradas ótimas”. O SBT Brasil, por sua vez, apontou a má gestão dos dados de transparência pública em algumas capitais em “Transparência em contratos emergenciais: Estudo aponta que maioria não disponibiliza informações”.

O resultado revela que João Pessoa é a capital que melhor está cumprindo as exigências da Lei Federal nº 13.979/2020, que regulamentou as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia do coronavírus. Essa legislação exige transparência nas contratações emergenciais. Enquanto o desempenho de João Pessoa a coloca na primeira posição, com a nota 88,61, a cidade de Belém, capital do Pará, ficou na última posição, com nota 18,99, a única avaliada como péssima.  No ranking, 14 capitais tiveram desempenho considerado bom ou regular, com notas variando entre 65,82 e 40,51 e outras 9 foram classificadas como ruim, com notas entre 39,24 e 21,52.

 

Prefeitura Municipal