12. julho 2020

Arquivos Notícias e Tendências - Página 2 de 6 - Bessa News

12 de maio de 2020
Efraim-Filho.jpg

2min110

O deputado federal Efraim Filho (DEM-PB) e líder da bancada paraibana afirmou, nesta segunda-feira (11), ser contra a instituição do ‘lockdown’ e criticou a medida adotada pelo prefeito da Capital, Luciano Cartaxo, de acabar com as feiras livres como forma de combater o coronavírus.

 

Foto; Kauê Barreto

 

Para o deputado, que foi o entrevistado do Programa Rede Verdade do Sistema Arapuan de Comunicação, em se tratando de Covid-19, o isolamento social e o uso da máscara ainda são as medidas mais eficazes para evitar a disseminação do vírus. “Eu acho que o lockdown é uma medida muito extrema e acredito que a população paraibana não está preparada para isso”, comentou.

Na opinião do parlamentar, um trabalho bem feito de conscientização junto à população sobre a importância do isolamento social e do uso de máscara surtirá mais efeito positivo do que certas medidas mais severas e extremas como o lockdown.

Ao comentar sobre a decisão do prefeito Luciano Cartaxo de acabar com as feiras livres, o deputado disse que isso só vai prejudicar ainda mais a economia. “Com essa medida, ele vai proibir centenas de pais de famílias de ganharem o sustento de suas famílias. Melhor do que proibir, seria fiscalizar, mas acredito que gestor não tem capacidade para isso”, finalizou.

Paraíba.com.br


11 de maio de 2020
saga_do_cangaceiro.jpg

9min100

Após percorrer os Sertões, os Cariris Novos e Velhos nos Estados do Ceará, Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Piauí , buscar apoio dos coronéis, e enfrentar a polícia, a saga do cangaceiro que assistiu a morte de Virgulino Ferreira o Lampião, chegou ao fim. O último livro da trilogia “Pedro Jeremias nos Cariris Novos” do autor paraibano Efigênio Moura, acaba de ser lançado.

O autor no entanto, reservou uma surpresa para o final e de forma misteriosa deixou uma interrogação sobre o fim do cangaceiro que sucedeu Lampião. O leitor que chegar no último capítulo do livro, vai se surpreender com o desfecho da história. O último livro da saga é marcada por elementos históricos e fictícios. O autor se apropriou de pesquisas de historiadores e aproveitar a vida de Pedro Jeremias para contar o surgimento de importantes cidades da Paraíba. O livro traz uma Cajazeiras que se mistura com a de Ivan Bichara, nos permitindo viver naquele passado como se fosse agora.

O escritor Efigênio Moura relatou que esse último livro da saga, traz elementos importantes da história nordestina. Pedro Jeremias e todos os personagens continuam a sua odisseia nas serras da região, principalmente na zona rural. Nesse contexto, vários sítios e fazendas são citados ao longo da obra.

O autor reservou para esse terceiro livros, aspectos culturais, como a poesia de São José do Egito, em Pernambuco, destacando poetas como Lourival Batista, Pinto de Monteiro ( natural de Monteiro-PB), transferindo os personagens para o ano de 1938. Parte da trama se passa em Serrinha, distrito de São José do Egito, onde existem as melhores cantorias da região.

O autor destaca no livro, alguns costumes e a religiosidade nordestina, e apresenta a situação dos coronéis. Como escritor e pesquisador, Efigênio lembrou que na época, os coronéis utilizavam o cangaço em benefício próprio. Com o decorrer da trama, Pedro Jeremias e o bando avançam pelas terras paraibanas com apoio dos coronéis, como a localidade de Misericórdia, que hoje é Itaporanga no Sertão do Estado. Efigênio também entra na saga de Antônio Conselheiro e apresenta os últimos dias da guerra travada pelo personagem central de “Os Sertões”.

Com uma trama recheada de elementos históricos e culturais, Efigênio Moura, traz a tona a história da Polícia Militar da Paraíba, contada a partir dos relatos do capitão e coronel João Batista, com destaques para a criação das companhias de Patos e Campina Grande. Enveredando pela vida de personagens religiosos, Efigênio conta a história do Beato Zé Lourenço , o último dia do padre Cícero e o sentimento que havia em Juazeiro do Norte. Paralelo, o livro traz a vida de Pedro Jeremias, cujo final foi surpreendente.

Efigênio aproveitou o enredo para mostrar como os coronéis usavam os cangaceiros em favor próprio, beneficiando-se da lei do bacamarte e do fuzil.

A história se passa entre Misericórdia, hoje Itaporanga, e Piancó, no Sertão da Paraíba. Naquela região, aconteceu o célebre ataque ao bando de Lampião. Nessa fase, a presença da Polícia Militar é mais forte, dentro dos combates com os cangaceiros, trazendo os resquícios de 1930 na Guerra de Princesa.

Nos embates de Pedro Jeremias com a polícia, o autor transporta o personagem principal para as terras do Ceará. Nesse novo solo, ele relata a vida dos beatos e romeiros e o sentimento de Juazeiro e dos Romeiros, pós morte de padre Cícero.

Nesse terceiro livro, Efigênio mostra o sentimento dos nordestinos pós Lampião que culminou com o fim do cangaço em 1940 com Corisco. O último livro fala de ambientes históricos como as guerras de Canudos e do Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, relata o luto do dia da morte de padre Cicero, traz respingos da Guerra de 30 em Princesa Isabel, mostra como a política se utilizava do cangaço e a força da policia Militar da Paraíba no combate ao banditismo. Editado pelo Leve, o livro contará com quase 400 páginas. O autor mostra os modos operantes da polícia na época, muitas vezes iguais ou piores do que as ações violentas dos cangaceiros.

No primeiro livro “Pedro Jeremias”, ambientado em 1938, começa no lado alagoano do Rio são Francisco ( Fazenda Emendadas), quase defronte a Grota de Angicos, no Sertão sergipano, e começa a partir da morte de Lampião.

O cangaceiro percorre os sertões de Alagoas e Pernambuco e encerra-se em Alagoa de Baixo, atual Sertânia, região do Moxotó. “Pedro Jeremias” tem sangue, a coragem e as indumentárias de cangaceiro. Em sua trajetória, se tornou um dos cangaceiros mais fiéis a Virgulino Ferreira. A obra mistura ficção e realidade numa linguagem tipicamente da região e riqueza cultural inestimável. Pedro Jeremias teria chegado atrasado a uma reunião marcada por Lampião com os seus subchefes, José Sereno, Labareda e Corisco, e apenas ouvido os estopidos que dizimaram o bando.

O livro é uma cachoeira de datas, de momentos que marcaram a saga do cangaço na região no século passado. Fatos históricos enriquecem o enredo, como a criação do primeiro campo de concentração do mundo, em Fortaleza em 1915; a Quebra de Xangó em Maceió em 1912 entre outros eventos.

No 2º Livro, “Pedro Jeremias dentro dos Cariris Velhos”, a Saga continua. O segundo livro da trilogia, editado pela editora de Campina Grande, Leve Editora, foi ambientado em Monteiro de 38 e cercanias, terra natal do autor. Começa com o cerco da política na casa de Isabel Torquato na tentativa de prender Maria de Jesus. O bando inicialmente formado por 4 cangaceiros, foi refeito nesse novo livro, devido ao aumento do cerco policial. A história encerra com a perseguição das volantes em torno do bando e mais uma escapatória do cangaceiro. A trilogia tem mais mil páginas escritas, fruto de mais de 5 anos de pesquisas e quase 50 fontes consultadas. 5 estados do Nordeste envolvidos, estudados e andados, mais de 30 cidades, passou de 70 personagens, entre protagonistas e secundários, uma obre imensa como imensa é a história do Nordeste.

Natural do Cariri paraibano, Efigênio Moura tem a verve do povo nordestino e se aproveita de sua terra para extrair a riqueza do lugar e dá vida a seus personagens. Em sua obra ele busca valorizar o regional e as coisas do Cariri paraibano, numa linguagem típica da região.

O escritor romancista é autor de oito livros, lançados a partir de 2009, e que têm como cenário a Paraíba, sendo esses “Eita Gota! Uma viagem paraibana”, “Ciço de Luzia”, “Santana do Congo”, “Caderneta de Fiado” que está esgotado, “Apurado de Contos” e Pedro Jeremias ( trilogia). O livro Ciço de Luzia teve tradução para o inglês publicado em 2019.

 

Severino Lopes
PB Agora

 


11 de maio de 2020
joaopessoa_diadasmaes.jpg

2min98

A capital paraibana registrou o índice de isolamento social de 48% no feriado do Dia das Mães. O número, calculado a partir do monitoramento inteligente de circulação de pessoas, foi superior à média da Paraíba (44,6%) e do Brasil (47%). Os dados foram anunciados nesta segunda-feira (11), pela Secretaria Municipal de Planejamento.

Os bairros de Jardim Veneza, Penha e Castelo Branco, registraram os melhores indicadores, estando acima de 62%. Já o Bairro das Indústrias, Valentina e Rangel apresentaram os piores desempenhos, com até 37%.

O recomendado pelas autoridades sanitárias é de 70%. A secretária de Planejamento de João Pessoa, Daniela Bandeira, explicou que o índice de isolamento social precisaria de dados ainda mais satisfatórios para reduzir a velocidade de contágio da doença.

“Apesar de estarmos acima da média brasileira, sabemos que a adesão da população ao isolamento precisaria ser ainda maior. No feriado de Tiradentes, por exemplo, que tem características diferentes do Dia das Mães, alcançamos a média de 58,2%”, afirmou.

No último sábado (9), a administração municipal intensificou as medidas preventivas com o intuito de ampliar o isolamento social, que passam a valer a partir desta segunda-feira (11). Entre elas está a suspensão de feiras livres e a proibição do acesso às praças do município. Serviços autorizados a fazer a entrega por delivery são obrigados a fornecer itens de segurança aos entregadores como máscaras, luvas e álcool em gel.

“É uma luta diária para salvar vidas. A Prefeitura segue ampliando a rede de saúde, com mais de 180 leitos implantados para combater a Covid-19. Mas vamos precisar do apoio da população para reduzir a velocidade de contágio do vírus”, ponderou.

Paraibaonline


11 de maio de 2020
IFPB.jpg

3min230

Começam nesta segunda-feira (11) as inscrições para o preenchimento de vagas em cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), na modalidade a distância, através do Programa Novos Caminhos da Rede e-Tec Brasil, pelo Instituto Federal da Paraíba (IFPB). O edital foi publicada na sexta-feira (8).

Interessados devem possuir computador com acesso a internet, uma vez que as aulas são executadas exclusivamente online — Foto: Reprodução

Ao todo são ofertadas 2.750 vagas nos campi Cabedelo, Cabedelo Centro, Sousa, Santa Rita, Guarabira, Pedras de Fogo, Itaporanga, Areia e Santa Luzia. Os cursos disponíveis são para auxiliar pedagógico, gestor de microempresa, agente de projetos sociais, agente de combate às endemias, agente comunitário de saúde, assistente administrativo e agente de desenvolvimento cooperativista.

As inscrições são gratuitas e acontecem até o dia 20 de maio, através do preenchimento de formulário eletrônico disponível no edital e do envio, através de anexo, da documentação completa exigida.

As vagas serão preenchidas conforme a ordem de inscrição e, segundo o cronograma disponibilizado no edital. A divulgação do resultado final acontece no dia 27 de maio.

Os interessados devem possuir computador com acesso a internet, uma vez que as aulas são executadas exclusivamente online, através do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). A previsão de início dos cursos é para o dia 30 de maio.

G1 Paraíba


11 de maio de 2020
prefeito_joao-pessoa.png

4min138

Começa a valer nesta segunda-feira as novas medicas para enfrentamento do coronavírus em João Pessoa. Elas foram anunciadas no último sábado (9), pelo prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo. Entre as determinações do novo decreto que endurecem o distanciamento social, está o fechamento de feiras livres, a proibição do acesso às praças públicas da cidade, a obrigatoriedade do trabalho home office de profissionais liberais e do uso de máscaras. Também foi anunciada a implantação de 40 novos leitos para pacientes com a Covid-19.

  • Casos de coronavírus na Paraíba em 8 de maio

Foram usados como critérios para as determinações o baixo índice de distanciamento social dos pessoenses nos últimos dias, a taxa de ocupação dos leitos e o número de casos, que até a noite de domingo-feira (10), de acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Ses), é de 1.179 pessoas com a doença. Conforme o prefeito, o uso de mascaras é obrigatório principalmente para os entregadores de delivery, que também precisam estar usando luvas no momento das entregas.

De acordo com o gestor, a decisão de fechar temporariamente as feiras livres e as feiras menores que ficam próximas aos mercados públicos, é para evitar o contágio pela quantidade de pessoas que frequentam e para evitar um futuro fechamento dos próprios mercados.

O acesso às praças públicas para caminhadas, peladas e quaisquer outras atividades está proibido. Os profissionais liberais como advogados, publicitários, contadores, corretores e arquitetos devem adotar a modalidade de trabalho em casa. “São medidas duras e difíceis, mas o momento requer para que vidas sejam salvas”, disse.

Novos leitos

De acordo com a prefeitura, a partir do sábado, (9) 40 novos leitos serão implantados para pacientes com a Covid-19.O Hospital Santa Isabel terá 20 novos leitos, sendo 10 de UTI e 10 de enfermaria. Com as novas alas, a unidade chega a 50 leitos implantados exclusivamente para o combate à Covid-19. Por meio de uma parceria com o Hospital Universitário, (HU) credenciado à rede municipal, outros 20 leitos de enfermaria foram implantados. A capital paraibana passa a ter 182 leitos abertos.

G1 Paraíba


7 de maio de 2020
varinha-de-distancia.jpg

3min111

Um morador de João Pessoa tem usado uma varinha de madeira para manter a distância em filas de agências bancárias, em João Pessoa. O pedagogo João Batista usa um pedaço de madeira com 2 metros de comprimento. Além disso, antes de sair de casa, João garante que segue o protocolo de proteção com álcool gel e máscara facial.

“Eu tava na fila e o cidadão tava falando quase em cima de mim, quase me agarrando. Eu digo: meu nobre, vá pra lá, se afaste aí. A gente tem que manter a distância porque não tá escrito na testa de ninguém quem tá com esse vírus, porque ele é invisível”, relata João.

Além disso, o paraibano colocou um outro pedaço de madeira na ‘varinha’, resultando em uma cruz. Se a distância não é respeitada, ele apela para a fé.

Pedagogo recorre a pedaço de madeira para manter distância em filas, em João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

 

 

João conta que sai de casa só quando é essencial, e até prefere pagar as contas com juros do que enfrentar filas com muita gente e correr o risco de ser infectado pela Covid-19.

“Se todo mundo tivesse o bom senso, e o respeito a outrem, ao seu semelhante, essa curva já teria ido embora”, afirma João.

Pedagogo usa pedaço de madeira para manter distância em filas, em João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

 

 

G1 Paraíba

 

 


5 de maio de 2020
praia_jp_interditada.jpg

3min183

Uma força-tarefa da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) iniciou, na manhã desta terça-feira (5), uma força-tarefa para a fiscalização da orla e de parques públicos. A ação é baseada no decreto municipal 9.482∕20, que proíbe o estacionamento e a circulação de pedestres e ciclistas nestes espaços com o objetivo de reforçar as medidas de prevenção à Covid-19.

Foto: Secom

O trabalho tem sido coordenado pela Superintendência Municipal de Mobilidade Urbana (Semob-JP), com apoio das secretarias de Segurança Urbana, Desenvolvimento Urbano, Meio Ambiente e Defesa Civil. Além deles, há apoio de órgãos do Governo do Estado, como Secretaria de Segurança Pública, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

De acordo com a determinação, fica proibido o estacionamento de veículos e a circulação de pedestres e ciclistas nas avenidas Cabo Branco, Almirante Tamandaré, João Maurício e Arthur Monteiro de Paiva, respectivamente localizadas nos bairros de Cabo Banco, Tambaú, Manaíra e Bessa. A mesma determinação vale para os parques públicos, como o Parque da Lagoa e o Parque Parahyba.

Para desestimular a população, foram colocadas ainda na noite desta segunda-feira (4) barreiras físicas como cones, cavaletes e fitas de isolamento. Quem for flagrado caminhando ou pedalando nestes locais será primeiro orientado pelos agentes de fiscalização, mas vai sofrer penalidades caso se recuse a cumprir a determinação, podendo responder criminalmente por infringir medidas sanitárias.

Para os casos de estacionamento, a Semob-JP editou a portaria 18∕20, que regulamenta a fiscalização. De acordo com o documento, fica proibido o estacionamento na Orla e nos parques independentemente da existência de sinalização horizontal ou vertical, passando a ocupação da vaga a ser orientada apenas pela Autoridade de Trânsito.

“Quem for flagrado estacionando nessas áreas, portanto, vai responder por desobediência de autoridade competente de trânsito, o que se enquadra em uma infração grave e onde é cabível a aplicação de multa e mesmo a reboque”, explicou o superintendente adjunto, Wallace Massini. As medidas têm previsão no artigo 195 do Código Brasileiro de Trânsito (CTB).

A portaria ainda determina que veículos destinados ao cumprimento das medidas restritivas, desde que devidamente identificados por alarme sonoro e iluminação vermelha intermitente, poderão parar, estacionar e circular nas imediações das áreas de proibição. A circulação está permitida, inclusive, em sentido contrário ao da via.

 

ParaibaOnline


3 de maio de 2020
auxilio.jpg

4min165

auxílio emergencial do governo foi criado para ajudar os trabalhadores a enfrentar a crise causada pelo coronavírus. A primeira parcela já está sendo paga e fica a dúvida: até quando os beneficiários receberão o auxílio?

Até o momento, estão definidas três parcelas de R$600 para as pessoas que tem direito. No caso de mães e pais solteiros, o valor dobra e vai para R$1.200.

A primeira parcela está sendo paga em meio a problemas como a demora na análise do benefício pela DataPrev, falta de recursos, problemas no cadastro etc. Por conta destes problemas o repasse da segunda e terceira parcela segue indefinido.

A definição segundo o governo, depende da liberação do valor extra do Ministério da Cidadania para terminar de pagar a primeira parcela do auxílio e anunciar o calendário de pagamento das demais.

A necessidade de liberar mais dinheiro para o pagamento do lote inicial é que o número de inscritos para o recebimento superou as expectativas do governo.

Onyx Lorenzoni, ministro da Cidadania, afirmou que na próxima semana serão definidos pelo governo o calendário de pagamentos da segunda parcela.

O que se sabe então até agora é que serão três pagamentos do auxilio que seguem até junho junto com o calendário do Bolsa Família. 

Requisitos para receber o auxílio emergencial

  • Trabalhadores sem carteira assinada;
  • Microempreendedores Individuais (MEI);
  • Desempregados maiores de 18 anos e que se integrem aos requisitos do CadÚnico (Cadastro Único), cuja renda familiar deve ser de no máximo 3 salários mínimos.
  • Famílias com renda mensal total inferior a três salários mínimos (R$ 3.135)
  • Família com renda per capita (por membro da família) menor que meio salário mínimo (R$ 522,50)
  • Quem teve rendimentos tributáveis abaixo de R$ 28.559,70 em 2018.

Calendário Bolsa Familia

Novo empecilho na requisição do Auxílio

Usuários do aplicativo e do site Auxílio emergencial que foram criados justamente para a solicitação do benefício, tem enfrentado problemas no momento que precisam digitar seu CPF, pois estão sendo recusados pela Caixa Econômica.

Isto está acontecendo tanto para quem tenta se inscrever pela primeira vez, quanto para quem teve que refazer o pedido depois de ter tido o auxílio negado. E seguindo a recomendação do próprio sistema do aplicativo, iniciou um novo cadastro.

Diante dos erros e inúmeras reclamações nas redes sociais, a Caixa foi procurada para comentar o que estava acontecendo e ainda não se posicionou. 

 

Você também pode enviar informações à redação do portal BessaNews pelo whatsapp 83 98184 6398.

 

Fdr

 


2 de maio de 2020
fruta-1.jpg

3min109

A Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer), vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap), está realizando semanalmente a Feira dos Produtores, de modo a garantir alimentos saudáveis procedentes do campo para população e assegurar a renda dos agricultores. A estrutura segue as recomendações do Governo do Estado e em conformidade com a orientação do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, com higienização do local, e obedecendo ao distanciamento entre as pessoas e o uso de máscaras.

 

A Feira do Produtor mais uma vez aconteceu nesta sexta-feira (1º), no pátio externo da sede da Empaer, na estrada de Cabedelo, com um número reduzido de agricultores comercializando seus produtos obedecendo ao espaçamento, das 6h  às 9h. Também em Campina Grande, seguindo as mesmas normativas do governo para evitar a propagação da Covid-19, se realizam duas feiras de produtores durante o horário da manhã. As feiras do Parque do Povo, com 70 agricultores familiares, que acontece na sexta-feira, e a feira do Bairro das Malvinas, aos sábados, com 48 agricultores. Ambas contam a participação de agricultores procedentes de municípios do Polo da Borborema, que trabalham com o acompanhamento à distância pelos técnicos da Empaer.

Nas outras cidades onde existem feiras organizadas e acompanhadas pela Empaer, seguem as orientações das prefeituras e das autoridades de saúde, também acontecem nos dias programados.

Os consumidores estão sendo orientados para que façam os pedidos antecipados dos produtos que desejam aos agricultores, utilizando os meios de comunicação que dispõem, como WhatsApp e Facebook, de modo que evitem o máximo de contato mais próximo sem, contudo, deixar de ter acesso à alimentação saudável

Nas feiras são comercializados produtos vindos diretamente do campo para o consumidor, permitindo o incentivo e a integração do agricultor na cadeia produtiva, gerando oportunidade de trabalho, renda e melhoria da qualidade de vida das famílias rurais paraibanas.

Secom-PB


1 de maio de 2020
demolicao_praca_bessa.jpg

5min246

Moradores e praticantes de esporte protestaram contra a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) por conta da demolição de uma mureta da praça Wanda Braga de Lucena, localizada no bairro do Bessa, em João Pessoa. A ação foi gravada pelos moradores. Assista ao vídeo mais abaixo.

De acordo com os desportistas, o local estava abandonado e foi adotado por alguns atletas, que realizaram benfeitorias para a sua utilização. O grupo procurou a prefeitura para solicitar as melhorias e diante do retorno positivo, deu início ao processo, mas foi surpreendido com a ação de demolição nessa quinta-feira (30), por parte de agentes da secretaria.

Agentes da Sedurb demolem estrutura de praça (Foto: Reprodução)

 

Veja o vídeo:

 

Confira a nota:

Os praticantes de esporte da praça Wanda Braga de Lucena, vem à público repudiar a atuação sedurb na demolição da mureta que cercava a quadra.
Desde 2015, um grupo de atletas adotou o espaço, que era mal iluminado e pouco frequentado, local este que era utilizado por dependentes químicos para o consumo ilícito de entorpecentes.

 

 

 

Inicialmente fora realizada uma cota para compra de materiais, e todos dedicaram um pouco do tempo que tinham no intuito de cercar o local destinado à prática do Beach Tennis, esporte que está em ascensão, sendo este o que mais cresce no mundo, dentre os esportes praticados na areia.
Foi arrecado através de doações, postes, refletores, que viabilizam a prática do esporte durante a noite, onde todos os dias mais de 30 pessoas praticam a modalidade.

No corrente ano foi protocolado, junto a Prefeitura Municipal de João Pessoa, a permissão de uso do solo para ampliação da referida área, seguindo o seguinte trâmite: iniciou-se com o deferimento interno por parte da SEPLAN, em seguida fora encaminhado para SEDURB, onde também fora deferido e encontrava-se na SEMAN. Acompanhávamos o processo semanalmente e recebíamos sempre feedbacks positivos, todavia, enquanto aguardávamos a licença final da SEMAN, a situação de pandemia se fez evidente, sendo necessária a reclusão não só dos praticantes da modalidade, mas de todos os brasileiros, entramos em quarentena e as atividades da prefeitura foram paralisadas.

Verificando a necessidade de manutenção e melhoria para comportar mais atletas e manter o local bem cuidado, antecipamos o início da instauração das benfeitorias.

Porém no dia 30 de abril de 2020 (quinta-feira), colaboradores da SEDURB, mediante determinação totalmente arbitrária, demoliram a benfeitoria que estava em fase de conclusão, sendo esta uma mureta e um alambrado de um dos lados da quadra.

O que nos deixou mais revoltado, foi a falta de diálogo, não fomos notificados e nem comunicados, apenas nos deparamos com a demolição das benfeitorias, enquanto todos os secretários que tinham a plena ciência do trâmite da referida licença quedaram-se inertes.

Ademais, não mediram esforços para demolir algo que iria fazer bem a comunidade local, motivados apenas por uma denúncia não condizente com a realidade, sob o argumento de que para utilização da quadra era imprescindível o pagamento, onde na verdade eram feitas colaborações eventuais para manutenção do local, quando entendíamos necessárias, apenas dos frequentadores assíduos praticantes da modalidade, como por exemplo as benfeitorias ora discutidas.

Deixo aqui, em nome dos atletas, minha nota de repúdio!

 

Siga o BessaNews no Instagram, Clique Aqui!

 

Paraiba.com.br