29. setembro 2020

Arquivos Popular - Bessa News

10 de agosto de 2020
centro-administrativo-JP-ascom.jpg

3min138

A Secretaria da Receita da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) lançou nesta segunda-feira (10) o Domicílio Tributário Eletrônico (DTE), uma ferramenta para facilitar a comunicação entre a Secretaria da Receita e o contribuinte. O DTE é uma caixa postal eletrônica disponibilizada no Portal do Contribuinte, onde serão postadas e armazenadas as correspondências enviadas, tais como: cientificação de atos, notificações, intimações, decisões administrativas, recebimento e envio de documentos e avisos em geral.

 

O secretário da Receita Municipal, Max Bichara, comentou que neste contexto da pandemia da covid-19, a Prefeitura passou a se preocupar em fazer uso de instrumentos, ferramentas e funcionalidades que tragam maior facilidade e economicidade para o contribuinte, a exemplo dos novos serviços disponibilizados no Portal, do atendimento remoto através de e-mails, do agendamento dos atendimentos presenciais e do pagamento com cartão de crédito.

 

“Agora trazemos o DTE, que diminuirá a necessidade do comparecimento do contribuinte à Secretaria da Receita Municipal, evitará a perda de prazos e alguns direitos por parte do cidadão, mitigará as falhas nos processos de comunicação com a nossa Secretaria, enfim, permitirá uma maior celeridade e aperfeiçoamento em todo o processo de comunicação e interação com os nossos contribuintes”, acrescentou Max Bichara.

 

Como funciona – O cadastramento será feito, automaticamente, para todos os contribuintes de ISS que se encontram obrigados à entrega da Declaração de Serviços Prestados ou Tomados. O acesso ao DTE será feito com mesmo login e senha da Declaração de Serviços (DS).

 

Em seguida, também passarão a ser obrigados ao cadastramento no DTE, todo o contribuinte e cidadão que ingressar com processo ou procedimento no âmbito da Secretaria da Receita Municipal, e o cadastramento se dará no momento da abertura do processo.

 

“Os demais contribuintes e cidadãos poderão se cadastrar de forma facultativa no DTE. Para isto, deverão fazer a solicitação, diretamente à nossa Secretaria”, comentou o Secretário da Receita Municipal. Informações detalhadas sobre o DTE podem ser consultadas no Portal da Transparência.


28 de julho de 2020
nome_gatos.jpg

3min263

Com todas as medidas de segurança em saúde, a Unidade de Esterilização do Centro de Vigilância Ambiental e Controle de Zoonoses (Cvaz) de João Pessoa retoma nesta quarta-feira (29) agendamentos para cirurgias de esterilização de animais, que também poderão ser feitos no dia seguinte. As marcações serão realizadas neste primeiro momento apenas para felinos (machos e fêmeas) de protetores independentes e Organizações Não Governamentais cadastrados no serviço. Os agendamentos podem ser feitos no período de 8h às 11h e de 13h às 17h, pelo número (83) 3214-7956.

 

“Todos os agendamentos serão para as cirurgias programadas para o mês de agosto, onde serão realizados mais de 400 procedimentos e neste primeiro momento apenas para quem já tem cadastro no serviço”, destacou Nilton Guedes, gerente do Centro de Zoonoses. “Nos próximos meses faremos as marcações para cães, também estaremos realizando novos cadastros e aos poucos o serviço vai retomando a normalidade de assistência integral à população”, completou.

 

As cirurgias eletivas para esterilização serão realizadas a partir do dia 3 de agosto, pelos turnos da manhã e tarde. “Os animais que passam pela castração recebem alta no mesmo dia. Mas para a realização da esterilização, os animais devem apresentar bom estado de saúde e se submeterem a alguns critérios considerados de segurança, como exame de hemograma e triagem clínica, e não estar na fase de amamentação nem no cio”, explicou Nilton Guedes.

 

De acordo com ele, a cirurgia de esterilização não é considerada perigosa e os riscos envolvidos são os mesmos de qualquer procedimento cirúrgico. Sobretudo, nesse período de pandemia, todos os procedimentos seguem critérios e condutas sanitárias para resguardar a saúde dos proprietários e dos animais levados aos serviços.

 

O Cvaz está localizado na Avenida Walfredo Macedo Brandão, n°100, no bairro dos Bancários. Para mais informações, a população pode entrar em contato por meio dos telefones: 3218-9357 ou 3214-3459.


22 de junho de 2020
milho.jpg

2min123

Agricultores do Estado irão vender milho nesta terça-feira, 23, no Incra, que fica no Bairro dos Estados. A feira será realizada no estacionamento do órgao, que fica no Bairro dos Estados, ao lado da Vila Olímpica Parahyba, das 6h às 18h.

 

Para quem for ao local, vale a pena conferir a pesquisa do Procon de João Pessoa, que fez um levantamento dos preços do milho aplicados na Capital. O produto varia entre R$ 25,00 e R$ 40,00 e foi observado em quatro mercados públicos de João Pessoa: Central, Oitizeiro, Mangabeira e Torre.

 

Para o milho com palha, o levantamento do Procon-JP encontrou o menor preço, R$ 25,00, nos mercados Central e de Oitizeiro e, o maior, R$ 40,00, nas feiras do Centro e de Mangabeira. Já o menor valor do produto sem palha pode ser adquirido em Oitizeiro e, o maior, R$ 40,00, nos mercados Central e de Mangabeira. A pesquisa foi realizada na quinta-feira (18) em 13 boxes de quatro mercados públicos da Capital Central; Oitizeiro; Mangabeira e Torre.

 

A secretária Maristela Viana acredita que esses preços devem sofrer pouca alteração até a véspera do São João. “Geralmente os preços desse produto caem um pouco no dia que antecede o São João, mas, quem pretende fazer sua própria comida à base de milho e quer antecipar essa compra, deve procurar os locais baratos consultando a pesquisa do Procon-JP”.

 

Coco seco – O Procon-JP também levantou preços para o coco seco, que assim como o milho, é um dos principais ingredientes para a comida típica dessa época. O produto está registrando uma diferença de R$ 1,00, com os preços oscilando entre R$ 2,00 (mercados Central e Mangabeira) e R$ 3,00 (Central, Mangabeira e Torre).

 

BessaNews com Procon-JP


19 de junho de 2020
13o.jpg

2min139

Funcionários públicos aposentados, pensionistas e reformados começam a receber nesta sexta-feira, 19, o pagamento da primeira parcela do 13º salário do Governo do Estado. A medida irá contemplar mais de 49 mil servidores, representando um impacto superior a R$ 76,2 milhões aos cofres púbicos. Os servidores da ativa receberão posteriormente a antecipação do décimo-terceiro, na medida em que a arrecadação do Estado volte a melhorar.

 

O secretário de Estado da Fazenda, Marialvo Laureano, destacou o esforço do governo para antecipar o pagamento, neste momento aos aposentados, apesar de o Estado registrar uma queda nominal de R$ 220 milhões em sua receita devido à pandemia do coronavírus.

 

“A queda na arrecadação da receita própria no período da pandemia foi impactante e agressiva. No mês de maio, ela chegou próxima a 30%, comparando com o mesmo período de 2019”, explicou.

 

Marialvo Laureano também afirmou que é preciso manter a cautela em relação às contas públicas, pois o governo federal só enviou até agora a primeira parcela para compensar as perdas na arrecadação, no valor de R$ 110,9 milhões.

 

“Esse auxílio, previsto em quatro parcelas, vai amenizar as receitas próprias do Estado, mas não recompõe todas as perdas. Além disso, para recebê-lo foi preciso renunciar às ações judiciais que garantiam o não pagamento do serviço das dívidas dos bancos públicos em 2020, um valor que chega a aproximadamente R$ 170 milhões”, completou.

 

Por fim, ele ressaltou todo o trabalho da equipe econômica para manter o pagamento da folha de pessoal dentro do mês trabalhado. “Desde que assumimos a folha é paga dentro do mês, o que se manteve no processo de pandemia, não havendo atraso salarial de nenhum servidor”, concluiu.

 

BessaNews com SecomPB


11 de maio de 2020
saga_do_cangaceiro.jpg

9min183

Após percorrer os Sertões, os Cariris Novos e Velhos nos Estados do Ceará, Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Piauí , buscar apoio dos coronéis, e enfrentar a polícia, a saga do cangaceiro que assistiu a morte de Virgulino Ferreira o Lampião, chegou ao fim. O último livro da trilogia “Pedro Jeremias nos Cariris Novos” do autor paraibano Efigênio Moura, acaba de ser lançado.

O autor no entanto, reservou uma surpresa para o final e de forma misteriosa deixou uma interrogação sobre o fim do cangaceiro que sucedeu Lampião. O leitor que chegar no último capítulo do livro, vai se surpreender com o desfecho da história. O último livro da saga é marcada por elementos históricos e fictícios. O autor se apropriou de pesquisas de historiadores e aproveitar a vida de Pedro Jeremias para contar o surgimento de importantes cidades da Paraíba. O livro traz uma Cajazeiras que se mistura com a de Ivan Bichara, nos permitindo viver naquele passado como se fosse agora.

O escritor Efigênio Moura relatou que esse último livro da saga, traz elementos importantes da história nordestina. Pedro Jeremias e todos os personagens continuam a sua odisseia nas serras da região, principalmente na zona rural. Nesse contexto, vários sítios e fazendas são citados ao longo da obra.

O autor reservou para esse terceiro livros, aspectos culturais, como a poesia de São José do Egito, em Pernambuco, destacando poetas como Lourival Batista, Pinto de Monteiro ( natural de Monteiro-PB), transferindo os personagens para o ano de 1938. Parte da trama se passa em Serrinha, distrito de São José do Egito, onde existem as melhores cantorias da região.

O autor destaca no livro, alguns costumes e a religiosidade nordestina, e apresenta a situação dos coronéis. Como escritor e pesquisador, Efigênio lembrou que na época, os coronéis utilizavam o cangaço em benefício próprio. Com o decorrer da trama, Pedro Jeremias e o bando avançam pelas terras paraibanas com apoio dos coronéis, como a localidade de Misericórdia, que hoje é Itaporanga no Sertão do Estado. Efigênio também entra na saga de Antônio Conselheiro e apresenta os últimos dias da guerra travada pelo personagem central de “Os Sertões”.

Com uma trama recheada de elementos históricos e culturais, Efigênio Moura, traz a tona a história da Polícia Militar da Paraíba, contada a partir dos relatos do capitão e coronel João Batista, com destaques para a criação das companhias de Patos e Campina Grande. Enveredando pela vida de personagens religiosos, Efigênio conta a história do Beato Zé Lourenço , o último dia do padre Cícero e o sentimento que havia em Juazeiro do Norte. Paralelo, o livro traz a vida de Pedro Jeremias, cujo final foi surpreendente.

Efigênio aproveitou o enredo para mostrar como os coronéis usavam os cangaceiros em favor próprio, beneficiando-se da lei do bacamarte e do fuzil.

A história se passa entre Misericórdia, hoje Itaporanga, e Piancó, no Sertão da Paraíba. Naquela região, aconteceu o célebre ataque ao bando de Lampião. Nessa fase, a presença da Polícia Militar é mais forte, dentro dos combates com os cangaceiros, trazendo os resquícios de 1930 na Guerra de Princesa.

Nos embates de Pedro Jeremias com a polícia, o autor transporta o personagem principal para as terras do Ceará. Nesse novo solo, ele relata a vida dos beatos e romeiros e o sentimento de Juazeiro e dos Romeiros, pós morte de padre Cícero.

Nesse terceiro livro, Efigênio mostra o sentimento dos nordestinos pós Lampião que culminou com o fim do cangaço em 1940 com Corisco. O último livro fala de ambientes históricos como as guerras de Canudos e do Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, relata o luto do dia da morte de padre Cicero, traz respingos da Guerra de 30 em Princesa Isabel, mostra como a política se utilizava do cangaço e a força da policia Militar da Paraíba no combate ao banditismo. Editado pelo Leve, o livro contará com quase 400 páginas. O autor mostra os modos operantes da polícia na época, muitas vezes iguais ou piores do que as ações violentas dos cangaceiros.

No primeiro livro “Pedro Jeremias”, ambientado em 1938, começa no lado alagoano do Rio são Francisco ( Fazenda Emendadas), quase defronte a Grota de Angicos, no Sertão sergipano, e começa a partir da morte de Lampião.

O cangaceiro percorre os sertões de Alagoas e Pernambuco e encerra-se em Alagoa de Baixo, atual Sertânia, região do Moxotó. “Pedro Jeremias” tem sangue, a coragem e as indumentárias de cangaceiro. Em sua trajetória, se tornou um dos cangaceiros mais fiéis a Virgulino Ferreira. A obra mistura ficção e realidade numa linguagem tipicamente da região e riqueza cultural inestimável. Pedro Jeremias teria chegado atrasado a uma reunião marcada por Lampião com os seus subchefes, José Sereno, Labareda e Corisco, e apenas ouvido os estopidos que dizimaram o bando.

O livro é uma cachoeira de datas, de momentos que marcaram a saga do cangaço na região no século passado. Fatos históricos enriquecem o enredo, como a criação do primeiro campo de concentração do mundo, em Fortaleza em 1915; a Quebra de Xangó em Maceió em 1912 entre outros eventos.

No 2º Livro, “Pedro Jeremias dentro dos Cariris Velhos”, a Saga continua. O segundo livro da trilogia, editado pela editora de Campina Grande, Leve Editora, foi ambientado em Monteiro de 38 e cercanias, terra natal do autor. Começa com o cerco da política na casa de Isabel Torquato na tentativa de prender Maria de Jesus. O bando inicialmente formado por 4 cangaceiros, foi refeito nesse novo livro, devido ao aumento do cerco policial. A história encerra com a perseguição das volantes em torno do bando e mais uma escapatória do cangaceiro. A trilogia tem mais mil páginas escritas, fruto de mais de 5 anos de pesquisas e quase 50 fontes consultadas. 5 estados do Nordeste envolvidos, estudados e andados, mais de 30 cidades, passou de 70 personagens, entre protagonistas e secundários, uma obre imensa como imensa é a história do Nordeste.

Natural do Cariri paraibano, Efigênio Moura tem a verve do povo nordestino e se aproveita de sua terra para extrair a riqueza do lugar e dá vida a seus personagens. Em sua obra ele busca valorizar o regional e as coisas do Cariri paraibano, numa linguagem típica da região.

O escritor romancista é autor de oito livros, lançados a partir de 2009, e que têm como cenário a Paraíba, sendo esses “Eita Gota! Uma viagem paraibana”, “Ciço de Luzia”, “Santana do Congo”, “Caderneta de Fiado” que está esgotado, “Apurado de Contos” e Pedro Jeremias ( trilogia). O livro Ciço de Luzia teve tradução para o inglês publicado em 2019.

 

Severino Lopes
PB Agora

 


7 de maio de 2020
varinha-de-distancia.jpg

3min185

Um morador de João Pessoa tem usado uma varinha de madeira para manter a distância em filas de agências bancárias, em João Pessoa. O pedagogo João Batista usa um pedaço de madeira com 2 metros de comprimento. Além disso, antes de sair de casa, João garante que segue o protocolo de proteção com álcool gel e máscara facial.

“Eu tava na fila e o cidadão tava falando quase em cima de mim, quase me agarrando. Eu digo: meu nobre, vá pra lá, se afaste aí. A gente tem que manter a distância porque não tá escrito na testa de ninguém quem tá com esse vírus, porque ele é invisível”, relata João.

Além disso, o paraibano colocou um outro pedaço de madeira na ‘varinha’, resultando em uma cruz. Se a distância não é respeitada, ele apela para a fé.

Pedagogo recorre a pedaço de madeira para manter distância em filas, em João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

 

 

João conta que sai de casa só quando é essencial, e até prefere pagar as contas com juros do que enfrentar filas com muita gente e correr o risco de ser infectado pela Covid-19.

“Se todo mundo tivesse o bom senso, e o respeito a outrem, ao seu semelhante, essa curva já teria ido embora”, afirma João.

Pedagogo usa pedaço de madeira para manter distância em filas, em João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

 

 

G1 Paraíba

 

 


18 de abril de 2020
ivan_lins-1280x720.jpg

4min323

É incrível como a música “Novo Tempo”, gravada em 1980 por Ivan Lins, é atual. Se encaixa direitinho nesses tempos de coronavírus para levar esperança no meio de tanta tristeza. (letra e vídeo abaixo)

Nesta quinta, 16, o cantor e compositor se surpreendeu com uma releitura do sucesso – dele e Vitor Martins – feita pelo músico Tiago Bigode (@tiago.bigode) e a banda de Curitiba @bigodegroove .

Ivan Lins gostou tanto que repostou o vídeo deles no Instagram e escreveu: “Amigos, aí está um vídeo emocionante. Bela homenagem aos nossos médicos, que se doam para salvar vidas deste vírus perigosíssimo”.

O vídeo

Os músicos da banda Bigode Groove chamaram profissionais da saúde para cantar o clássico da MPB e fizeram um vídeo colaborativo com eles cantando e dançando.

A gravação, de pouco mais de 3 minutos, está emocionando seguidores e viralizando nas redes sociais.

O cantor do vídeo, Tiago Bigode explicou como surgiu a ideia da releitura:

“Em meio a um tempo de total incerteza… uma canção soprou esperança e nossos corações e achamos que seria legal espalhar essa esperança… A ideia de homenagear essa galera que está na linha de frente nunca fez tanto sentido. Médicos e pessoas da saúde, muito obrigado”.

E deixou uma mensagem no final do vídeo: “O amor ainda é a força mais poderosa do planeta. Juntos vamos vencer!”

Com a chancela de Ivan Lins, o vídeo ganhou a visibilidade que merece para levar esperança e contagiar as pessoas com a mensagem de otimismo em forma de música.

A letra

Novo Tempo

(Ivan Lins e Vitor Martins/1980)

No novo tempo
Apesar dos castigos
Estamos crescidos
Estamos atentos
Estamos mais vivos
Pra nos socorrer
Pra nos socorrer
Pra nos socorrer
No novo tempo
Apesar dos perigos
Da força mais bruta
Da noite que assusta
Estamos na luta
Pra sobreviver
Pra sobreviver
Pra sobreviver
Pra que nossa esperança
Seja mais que vingança
Seja sempre um caminho
Que se deixa de herança
No novo tempo
Apesar dos castigos
De toda fadiga
De toda injustiça
Estamos na briga
Pra nos socorrer
Pra nos socorrer
Pra nos socorrer
No novo tempo
Apesar dos perigos
De todos os pecados
De todos enganos
Estamos marcados
Pra sobreviver
Pra sobreviver
Pra sobreviver
Pra que nossa esperança
Seja mais que vingança
Seja sempre um caminho
Que se deixa de herança
No novo tempo
Apesar dos castigos
Estamos em cena
Estamos na rua
Quebrando as algemas
Pra nos socorrer
Pra nos socorrer
Pra nos socorrer
No novo tempo
Apesar dos perigos
A gente se encontra
Cantando na praça
Fazendo pirraça
Pra sobreviver
Pra sobreviver
Pra sobreviver

Assista:

 

Fonte: sonoticiaboa


17 de março de 2020
OPERAÇÃONATALLEGAL1-2.jpg

2min136

O Procon-JP realizou uma operação nesta terça-feira, 17, para coibir o aumento abusivo de preço nos valores de produtos como álcool em gel e máscaras, utilizados na prevenção ao coronavírus. Fiscais visitaram 30 farmácias e não encontrou o produto em nenhuma delas. Todas foram então notificadas para apresentar a nota fiscal de compra dos produtos.

 

O secretário Helton Renê alerta os empresários que o estabelecimento que for pego com estoque escondido ou praticando preços considerados abusivos estará sujeito à pena máxima de ter suas portas fechadas, além de outras penalidades previstas em lei.

 

Helton Renê acrescenta que “o Procon-JP constatou que as informações recebidas realmente estão acontecendo, ou seja, os produtos não estão sendo encontrados no mercado. Daí pedimos as últimas notas fiscais de compras do álcool em gel e de máscaras para realmente constatarmos se há estocagem ou não”.

 

Preços exorbitantes – Quanto aos preços considerados exorbitantes, Helton Renê salienta que a fiscalização não encontrou nenhum caso. “Aliás, não encontramos os produtos. Por isso peço à população para que denunciem ao Procon-JP, informando, principalmente, o local em que está sendo praticada alguma irregularidade através do 0800 083 2015 para que tomemos as medidas cabíveis”.

 

A fiscalização do Procon-JP nos estabelecimentos que comercializam álcool em gel 70% e máscaras vai continuar sem data para terminar. “Estamos vivendo um momento em que não dá para descuidar. O Coronavírus é uma pandemia e só nos resta tomar todas as precauções possíveis. O Procon-JP está fazendo sua parte, fiscalizando esses locais para tentar impedir que alguém se aproveite do consumidor nesse momento”, disse Helton Renê.

 

Fonte: Procon-JP


17 de fevereiro de 2020
cartao-credito-1280x853.jpg

2min133

O Procon-PB elaborou informações importantes sobre a compra mínima em cartão de crédito, com o objetivo de orientar os consumidores. É importante que o consumidor fique atento na hora de comprar a crédito ou débito no cartão principalmente se for efetuar uma compra pequena com baixo valor. Caso o estabelecimento negue receber ou não deixe parcelar, você deve exigir seu direito. O Código de Defesa do Consumidor diz que é abusivo exigir um valor mínimo para compras no cartão de débito ou de crédito.

No caso do estabelecimento condicionar a compra a um valor mínimo, entende-se que o consumidor está sendo induzido a comprar mais, o que pode caracterizar uma venda casada. Não importa o valor, o produto ou quem está comprando, todos devem ser tratados da mesma maneira pelo estabelecimento de vendas.

Outra situação muito comum no comércio e que se faz necessário deixar claro antes que o cliente comece a consumir o produto ou serviço, é quando naquela loja ou comércio, por exemplo, só é permitido pagamentos em dinheiro ou no débito.

Mesmo que os comerciantes e prestadores de serviço justifiquem que pagam altas taxas para as administradoras de cartões e que, sem limitar um valor mínimo, precisariam aumentar o preço dos produtos, os consumidores precisam saber de seus reais direitos e exigir o cumprimento do que está na Lei do consumidor.

Segundo a superintendente do Procon-PB, Késsia Cavalcanti ao optar por aceitar pagamentos com cartão, o estabelecimento precisa incluir as taxas nos seus custos e não pode discriminar as compras. “Ou você aceita cartão para todas as compras, ou não aceita para nenhuma”, reforçou Késsia.


17 de fevereiro de 2020
Centro-Administrativo-Municipal.jpg

2min155

Secretarias e órgãos da administração direta e indireta da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) terão o horário de expediente alterado durante os festejos de Carnaval da Capital. As mudanças foram anunciadas, via Portaria (Nº 103/2020), pela Secretaria de Administração Municipal (Sead), e começam na próxima quinta-feira (20).

No dia 20, posterior ao desfile do bloco Muriçocas do Miramar, o expediente nas repartições municipais será, excepcionalmente, das 12h às 18h. Já nos dias 24 (segunda-feira) e 25 (terça-feira), foram determinados pontos facultativos nas secretarias e órgãos da administração direta e indireta. No dia 26 (quarta-feira), o funcionamento dos setores começará às 14h.

Em virtude dos pontos facultativos, a Portaria estabelece que os veículos oficiais sejam recolhidos às suas repartições de origem ou ao Centro Administrativo Municipal, em Água Fria, após o término do expediente do dia 21 de fevereiro. Os carros oficiais serão liberados, excepcionalmente, a partir das 14h, do dia 26. Contudo, os secretários municipais poderão autorizar, em caráter excepcional e de acordo com o interesse público, a utilização dos veículos fora do horário determinado.

Serviços essenciais – Nesses dias de mudança no horário de expediente e de ponto facultativo, os órgãos e secretarias da PMJP que prestam os serviços essenciais, como a Guarda Municipal, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a Defesa Civil, a Autarquia Especial de Limpeza Urbana (Emlur), além dos estabelecimentos de saúde, como os hospitais municipais e UPAs funcionarão normalmente. Também funcionam a fiscalização da Sedurb e Semob.