29. setembro 2020

Arquivos Tecnologia - Bessa News

24 de junho de 2020
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Cientistas desenvolveram uma tecnologia que promete reduzir em até 80% o gasto da bateria de celulares. Os pesquisadores da Universidade Nacional de Singapura (NUS) conseguiram programar um chip para gerenciar a energia consumida nos processos do smartphone junto com a qualidade dos recursos, função que pode economizar cinco vezes mais bateria que os componentes atuais. A ideia é gastar menos energia quando o alto desempenho não for necessário.

Por enquanto, a novidade é experimental e não há previsão de chegada às baterias convencionais.

Os pesquisadores descobriram que os dispositivos consomem mais energia na transferência de dados do que no processamento de informações ou na tela, tanto entre os componentes internos quanto nas ondas eletromagnéticas. Esta troca de informações é o que mantém ativo o alto desempenho de um recurso, como a execução de um vídeo, por exemplo.

Porém, os cientistas observaram que o alto desempenho é desnecessário em muitos casos, como quando o usuário não está concentrado na tela do smartphone ou quando a bateria está perto de acabar. Aparelhos atuais continuam suprindo os recursos de alta demanda, o que resulta num gasto desnecessário de bateria.

Para resolver este problema, os pesquisadores programaram uma rede dentro do chip que administra quando os recursos não precisam de alto desempenho. Desse modo, a energia cai significativamente, o que também acaba reduzindo em paralelo a qualidade daquela função. O processo poupa até 80% da bateria para que ela seja usada quando for realmente necessária.

Este gerenciamento inteligente no consumo de energia representa um gasto cinco vezes menor, permitindo que a autonomia do celular seja estendida.

A tecnologia também pode ser usada em computadores, notebooks e servidores. Os cientistas estudam a criação de um amplo sistema de bateria inteligente baseado na percepção humana de quando é necessário gastar mais energia para aumentar o desempenho de um recurso ou economizar bateria em tarefas que não demandam alta transferência de dados.

Os pesquisadores também pretendem criar um novo sistema de câmeras inteligentes que consomem pouca energia. A ideia é que elas operem com eficiência mesmo com o baixo consumo por meio de energia solar. A bateria viria com uma célula de um centímetro para coletar energia do ambiente.

Apesar de ser um projeto experimental, a expectativa é de que a tecnologia não demore para ser lançada, já que a fabricante TSMC está apoiando a iniciativa.


8 de abril de 2020
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Bill Gates anunciou que ele e sua fundação estão acelerando o esforço de resposta ao COVID-19 construindo fábricas para todas as 7 vacinas mais promissoras atualmente em desenvolvimento – mesmo que apenas uma ou duas delas provavelmente sejam produzidas.

O anúncio foi feito durante uma etnrevista com Trevor Noah, do Daily Show, nesta semana.

Foto: divulgação/TED

“Como nossa fundação tem uma experiência tão profunda em doenças infecciosas, pensamos na epidemia, financiamos algumas coisas a serem mais preparadas, como um esforço de vacina”, disse Gates.

“Nosso dinheiro inicial pode acelerar as coisas.”

Gates diz que ter instalações prontas para qualquer um dos tratamentos provavelmente acabará salvando milhares de vidas a longo prazo.

“Mesmo tendo que escolher apenas duas delas, vamos financiar fábricas para todas as sete”, disse ele.

Em um artigo publicado no The Washington Post na semana passada, Gates acrescentou:

“Para acabar com a doença, precisaremos de uma vacina segura e eficaz.

Se fizermos tudo certo, poderíamos ter uma em menos de 18 meses – o mais rápido que uma vacina já foi desenvolvida.

“Podemos começar agora construindo as instalações onde essas vacinas serão feitas. Teremos que construir instalações para cada um deles, mesmo sabendo que algumas não serão usadas.

“Em 2015, pedi aos líderes mundiais em uma conversa do TED que se preparassem para uma pandemia da mesma maneira que se preparam para a guerra – executando simulações para encontrar as falhas no sistema.

Como vimos este ano, ainda temos um longo caminho a percorrer ”, escreveu Gates.

“Mas ainda acredito que se tomarmos as decisões corretas agora, informadas pela ciência, dados e pela experiência de profissionais médicos, poderemos salvar vidas e fazer com que as pessoas voltem ao trabalho”.

Esta não é a primeira iniciativa que a Fundação Gates tomou para combater o novo coronavírus.

No início de março, a fundação doou US $ 100 milhões para identificar, avaliar, desenvolver e ampliar os tratamentos para o vírus.

Com informações do GNN

Fonte: SóNotíciaBoa


8 de abril de 2020
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O cofundador e CEO do Twitter, Jack Dorsey, doou parte de sua participação na rede social para recuperação econômica e social, durante e após a pandemia de coronavírus.

A doação representa 28% de toda a fortuna dele. O anúncio foi feito pelo Twitter, onde Dorsey divulgou os valores: 1 bilhão de dólares – quase R$ 5,2 bilhões – para a luta contra o novo coronavírus.

Foto: Divulgação

“Por quê agora? Porque as necessidades são urgentes e porque quero ver resultados em vida”, escreveu o programador de 43 anos no Twitter. “Espero que isto inspire outros a fazer algo do gênero. A vida é demasiado curta, por isso vamos fazer o que podemos para ajudar as pessoas agora”, continuou.

A quantia vem da Start Small Foundation, criada pelo próprio empresário e que conta com a orientação da Silicon Valley Community Foundation.

Transparência

No Twitter, Dorsey disponibilizou um documento onde detalha toda as aplicações deste novo fundo.

“Por quê a transparência? É importante mostrar o que estou fazendo para outros se inspirarem. Já descobri e financiei muitas organizações com impacto comprovado, sobretudo de forma anônima. No futuro, todas as doações serão públicas. Aceitam-se sugestões. Abram já a aplicação do seu grupo”, escreveu.

Educação

Quando o surto de coronavírus estiver controlado, o fundo terá dois alvos prioritários: a saúde e a educação infantil feminina e o rendimento básico incondicional (RBI).

“Acredito que estes pontos representam as melhores soluções a longo prazo para os problemas existenciais que o mundo enfrenta. “O RBI é uma ótima ideia que precisa de ser testada. A saúde e a educação de meninas é algo difícil de equilibrar”, continuou.

De acordo com o documento partilhado, do total de 1 bilhão de dólares do fundo, já saíram 100 mil dólares, mais de 520 mil reais.

Outras doações

A primeira doação concreta aconteceu no dia 2 de abril e teve como destino a America’s Food Fund, iniciativa lançada por Leonardo DiCaprio em colaboração com a Apple e com Oprah Winfrey, entre outras entidades.

A fatia de ações postas para este fundo representa 28% da fortuna do empresário, avaliada em 3,3 mil milhões de dólares, cerca de 3.054 milhões de euros, quase 20 milhões de reais.

Quanto à Square, empresa de pagamentos móveis e e-commerce criada em 2009, e da qual também é CEO e cofundador, o seu valor ronda os 6 milhões de dólares, pouco mais de 31,3 milhões de reais.

“O impacto que deste dinheiro vai beneficiar ambas as empresas [Square e Twitter] a longo prazo porque vai ajudar as pessoas as quais queremos servir”, concluiu.

 

Fonte: SóNotíciaBoa


13 de fevereiro de 2020
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O aplicativo de mensagens WhatsApp, lançando em 2009, conquistou neste mês uma nova marca impressionante de usuários.

Conforme revelado pela plataforma, o app ultrapassou o número de dois bilhões de usuários em todo o mundo.

Para comemorar o feito, foi compartilhado um texto inédito sobre segurança no blog oficial do aplicativo: “Dois bilhões de usuários: conectamos o mundo com privacidade”.

Na publicação, é explicado como o WhatsApp prioriza o assunto, principalmente quando se trata da privacidade do usuário.

Confira o texto completo divulgado nesta semana:

Estamos extremamente felizes em anunciar que o WhatsApp ultrapassou a marca de dois bilhões de usuários em todo o mundo!

Com o WhatsApp, mães e pais podem falar com seus filhos onde quer que eles estejam, irmãos compartilham momentos importantes, colegas de trabalho colaboram com mais eficiência e empresas estão crescendo ao conectarem-se com mais facilidade a seus clientes.

No passado, as conversas privadas só eram possíveis pessoalmente. Agora, elas acontecem mesmo a longas distâncias por meio de chamadas de vídeo e mensagens instantâneas. Muitos momentos importantes e especiais acontecem diariamente no WhatsApp. Para nós, é uma honra alcançar o marco de oferecer esse serviço para mais de dois bilhões de usuários.

Quanto mais pessoas conectamos, maior é o nosso compromisso em proteger as informações que elas compartilham on-line. Por isso, é mais importante do que nunca continuarmos protegendo automaticamente todas as conversas no WhatsApp com a criptografia de ponta a ponta.

Para sua privacidade, a criptografia de ponta a ponta funciona como um cadeado digital que garante a segurança das informações que você envia e recebe pelo WhatsApp. Essa tecnologia ajuda a proteger você contra hackers e outros criminosos digitais. As mensagens são armazenadas somente no seu aparelho e nos aparelhos dos seus destinatários. Ninguém — nem mesmo o WhatsApp — pode ler suas mensagens nem ouvir suas chamadas. Suas conversas com amigos e familiares ficam só entre vocês.

Nos dias de hoje, a proteção que a criptografia de ponta a ponta oferece é uma necessidade. Nós não abriremos mão da segurança porque isso deixaria as pessoas mais vulneráveis. Para garantir ainda mais proteção, trabalhamos com grandes especialistas em segurança e utilizamos tecnologias de ponta no setor para impedir o uso indevido de informações, além de oferecer controles e formas de denunciar problemas. Tudo isso sem sacrificar a privacidade dos nossos usuários.

O WhatsApp nasceu com o objetivo de oferecer um serviço simples, confiável e privado. Continuaremos com o mesmo compromisso inicial: ajudar a conectar o mundo com privacidade e proteger a comunicação pessoal de 2 bilhões de usuários em todo o mundo.

Fonte: metrojornal


13 de fevereiro de 2020
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Principal evento de telecomunicações e telefonia celular do mundo, a Mobile World Congress (MWC) foi cancelada por causa das preocupações com o coronavírus – nos últimos meses, mais de 44,6 mil pessoas foram infectadas e mais de mil morreram em decorrência do vírus em todo o mundo. Após a desistência de diversas empresas importantes, a organização da feira, a GSMA, decidiu por não realizar o evento, a 12 dias de seu início na cidade de Barcelona, na Espanha.

“A GSMA cancelou a MWC 2020 porque as preocupações globais com o coronavírus tornaram impossível o evento”, declarou o presidente executivo da organizadora, John Hoffman, em nota à imprensa no início da tarde de ontem.

É a primeira vez em 33 anos que a MWC não ocorrerá. Criada em 1987 de forma itinerante pela GSMA, organização que representa as principais operadoras do mundo, a feira acontece em Barcelona desde 2006. Há ainda edições, de escopo menor, em Xangai e Los Angeles. No comunicado, a organização confirmou também que uma nova edição em Barcelona só será realizada em 2021.

O cancelamento, porém, parecia ser uma questão de tempo. Desde o começo da semana o evento vinha sofrendo com baixas importantes, como Sony, LG, Ericsson e Intel. Nesta quarta-feira, 12, antes do anúncio do cancelamento, Facebook e Nokia também tinham desistido de participar da feira.

A lista de desistentes inclui também Accedian, Amazon, Amdocs, CommScope, Dali Wireless, F5 Networks, iconectiv, InterDigital, LG, MediaTek, NTT Docomo, Nvidia, Rakuten, Ulefone, Umidigi, Viber,Vivo, Sprint, AT&T, BT, Vodafone, Deutsche Telekom e Cisco. Poucos nomes de peso haviam confirmado a presença, entre elas as fabricantes chinesas Xiaomi e Huawei.

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No ano passado, a MWC teve público de mais de 100 mil pessoas, incluindo funcionários de fabricantes, operadoras e outras empresas do setor. Cerca de 5% dos participantes da feira vêm da China. Nos últimos anos, Xiaomi e Huawei tomaram conta dos principais anúncios do evento, que também foi palco para diversas novidades da Samsung, incluindo celulares da família Galaxy S.

É nessa feira que também ocorrem alguns dos principais lançamentos de smartphones do ano, bem como discussões importantes na área de telecomunicações. Em 2020, a expectativa era a de que o 5G fosse o principal tema da MWC. A GSMA estima que o evento gere US$ 500 milhões à economia espanhola, além de 14 mil empregos temporários.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


13 de fevereiro de 2020
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A Samsung acredita profundamente no futuro dos telefones dobráveis, mas sua primeira tentativa, com o Galaxy Fold do ano passado, foi um começo quase desastroso. Os dispositivos fornecidos a jornalistas e influenciadores antes do lançamento estavam repletos de problemas: a dobradiça deixava entrar sujeira, uma cobertura de plástico na verdade fazia parte da tela mas podia ser removida facilmente, e um vinco simplesmente não desaparecia. A Samsung corrigiu esses problemas e relançou o aparelho. Depois a empresa voltou à prancheta de desenho para criar um dobrável de última geração: o Galaxy Z Flip, de R$ 8.999.

O Flip é uma experiência totalmente diferente do Fold, que era essencialmente um tablet dobrado em um smartphone. Ele segue a linha do Razr relançado da Motorola: sua telona de 6,7 polegadas se dobra em uma concha que cabe no bolso e que tem uma tela externa Super AMOLED de 1,1 polegadas para visualização de notificações.

A telinha também funciona como uma pré-visualização de selfies, o que parece útil, mas no pouco que pude usar, achei a tela muito pequena para ver se estou fazendo o sorriso falso e os olhos esquisitos que faço às vezes.

Eu amo o design do Flip, mesmo que não pareça super inovador, já que acabamos de ver a Motorola fazer coisa parecida com o novo Razr. O formato de concha que transforma um smartphone gigante em um dispositivo menor, mas ainda útil, é perfeito para quem tem mãos pequenas e bolsos minúsculos. Foi por isso que o iPhone SE vendeu tanto, e é por isso que rumores dizem que a Apple prepara um sucessor para ele.

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Durabilidade

O Flip também parece mais premium que o Razr em quase todos os aspectos, apesar de ser mais de US$ 100 mais barato. A Samsung está expandindo os limites com a tela de vidro ultrafina do Flip, tornando-a a primeira tela de smartphone com vidro dobrável do mercado.

A Samsung diz que o vidro é capaz de suportar até 200 mil dobras — o mesmo que o Galaxy Fold, apesar de a tela dobrável ser feita de plástico. O vidro parece mais premium do que as telas de plástico do Fold ou do Razr, que parecem vão ficar marcadas com um vinco a qualquer momento. Alguns dos modelos Flip exibidos no evento Galaxy Unpacked da Samsung não tinham vincos visíveis; alguns tinham linhas visíveis, mas apenas quando a tela estava preta.

Ao contrário do Razr, o Z Flip tem um espaço entre a dobradiça e a tela, assim como o Fold. A Samsung adicionou uma camada de fibras entre as duas para manter a sujeira para o lado de fora, o que deve ajudar na durabilidade — isso ainda precisa ser testado.

Por outro lado, a dobradiça não range como a do Razr supostamente faz, pelo menos no meu tempo testando o dispositivo. A tela também não desliza para cima e para baixo quando você abre e fecha como a do Razr.

Câmeras
O Galaxy Z Flip possui três lentes de câmera, nenhuma delas com o zoom de 30x dos outros novos carros-chefe da Samsung, o S20 e S20+. Mas ele vem com uma ótima lente frontal de 10 megapixels no lado de dentro, em um furinho no vidro flexível, e dois duas câmeras de 12 MP (uma grande-angular e uma ultra-grande-angular) ao lado da pequena tela externa.

Tirei cerca de um zilhão de selfies em alguns Flips de demonstração e todas saíram bem, mesmo que a prévia da telinha exterior pareça um pouco enigmática. Não tive a chance de testar o novo recurso Night Hyperlapse do Flip, que também parece mais uma novidade do que um recurso para usar sempre.

Software
A Samsung trabalhou com o Google para desenvolver uma interface no modo Flex para o Flip, que permite que os apps da empresa alterem sua aparência quando o telefone é aberto em um ângulo de 90 graus.

Por exemplo, você pode assistir a um vídeo do YouTube e rolar pelos comentários ao mesmo tempo — sei lá por que alguém faria isso, mas dá para fazer. O efeito também funciona no aplicativo Câmera da Samsung, para que você possa usar a metade inferior da tela como um tripé com apenas um gesto. Isso poderia tornar o design do Flip ainda mais conveniente do que apenas sua natureza mais amigável ao bolso.

As especificações do Flip são sobre o que você espera de um carro-chefe dobrável, embora a Samsung sacrifique um pouco de RAM, armazenamento e duração da bateria pelo seu dobrável menor. A empresa colocou 8 GB de RAM, 256 GB de armazenamento e uma bateria de 3.300 mAh dividida em duas partes com o processador Snapdragon 855+ da Qualcomm, para que o desempenho e a duração da bateria sejam bons.

A única coisa que eu não amo no Flip é o seu acabamento. O telefone vem em três tons: Mirror Black, Mirror Purple e, em alguns países, Mirror Gold. Todos os três mostram muito marcas de dedos super brilhantes que começam a parecer desastres borrados em cerca de 2 segundos.

No exterior, o Galaxy Z Flip chega às lojas no dia 14 de fevereiro, bem a tempo do Valentine’s Day, o Dia dos Namorados deles. Lá, ele custa US$ 1.400, menos que o Razr, que tem preço sugerido de US$ 1.500. Por aqui, ele chega em 11 de março custando R$ 8.999, a mesma coisa que o Razr.

 

Fonte: gizmodo


10 de fevereiro de 2020
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O número de pessoas mortas pelo novo coronavírus aumentou em 97 neste domingo (09/02), o maior número de mortes já registrado em um dia desde o início do surto, em dezembro, na cidade chinesa de Wuhan, capital da Província de Hubei.

O total de mortos na China chegou a 908, mas o número de novas infecções registradas por dia aparentemente se estabilizou.

Na China, 40.171 pessoas foram diagnosticadas com o vírus, e outras 187.518 estão em observação.

Por outro lado, cerca de um terço dos casos confirmados fora do território chinês (menos de 400, ou 1% do total) estão ligados ao cruzeiro Diamond Princess, que está sob quarentena há duas semanas no Japão.

Mais 60 pessoas que estavam a bordo apresentaram sinais de infecção, elevando a cifra para 130 infectados dentre as quase 3.700 pessoas ali dentro. Quem recebe diagnóstico positivo é transferido para algum hospital próximo.

Nesta segunda-feira (10/02), milhões de pessoas retornaram ao trabalho após as pausas do feriado do Ano Novo Lunar chinês, período que acabaria em 31 de janeiro, mas foi estendido a fim de evitar a disseminação do vírus.

Medidas de precaução ainda estão sendo adotadas, como redução da carga horária e abertura restrita de locais de trabalho.

Projeções indicam piora ou melhora?

Segundo as informações que se tem até o momento, o novo coronavírus mata cerca de 2 a cada 100 pessoas comprovadamente infectadas.

Mas faltam dados confiáveis para projeções mais precisas sobre quantas pessoas ainda devem contrair o vírus e quantas vão morrer. As análises se baseiam, por exemplo, no número de casos e mortes registrados e para quantas pessoas uma pessoa infectada é capaz de transmitir o vírus.

Só que uma das principais características do novo coronavírus é que ele pode ser transmitido ainda durante o período de incubação (entre 1 e 14 dias), quando a pessoa ainda não apresenta sintomas, como febre e tosse. E nem todo mundo que contrai o vírus fica doente. Tudo isso dificulta muito qualquer análise.

 

Fonte: BBC Brasil